segunda-feira, 14 de outubro de 2013

O que esperar da dupla Marina/Eduardo ?

No estatuto registrado em cartório, a Rede se declara
"uma associação de cidadãos e cidadãs dispostos a contribuir voluntária e de forma colaborativa para superar o monopólio partidário da representação política institucional, intensificar e melhorar a qualidade da democracia no Brasil e atuar politicamente para prover todos os meios necessários à efetiva participação dos brasileiros e brasileiras nos processos decisórios que levem ao desenvolvimento justo e sustentável da Nação, em todas as suas dimensões".

É. Pois é. Por isso e por sua preocupação com o meio-ambiente, que diga-se de passagem, deveria ser tema de todos que tomam decisões, é que ela se apresenta como capaz de modificar a forma de fazer política e de administrar o país ?
Nenhum administrador público pode deixar de lado a preocupação com a exploração sustentada da natureza, pois esse assunto já foi negligenciado por tempo demais.
Logo, não vejo nisto a descoberta da pólvora para que se faça tanto alarde em torno do assunto. Ela já conseguiu uma soma expressiva de votos na eleição passada, explorando esse filão. Não conseguirá o mesmo resultado desta vez, pois os outros partidos também estão dando suas bicadas nesse tema.

Mas, considerando o acaso da dupla ganhar a eleição, algumas questões se impõem desde logo:

- Que tipo de empresas vão trabalhar nesses projetos ? Estatais nacionais, empresas privadas brasileiras ou estrangeiras de qualquer tipo, principalmente ONG’s ?
- Amazônia. Que resposta Marina dará para os brasileiros quanto à ocupação por organizações estrangeiras, já em andamento ?
- Para resolver divergências, dentro da Lei vigente, como serão eleitos ou nomeados os integrantes dos Tribunais ? Continuarão seus membros sendo indicados pelo principal ocupante do Executivo , onde teremos que conviver no STF com figuras despreparadas e menores do tipo Toffoli ?
- Na propaganda política na TV, para ganhar alguns segundos, vão comprar uma dúzia desses partidecos de aluguel e corromper irremediavelmente seu governo, ou terão coragem e combaterão essa esbórnia desde agora, dando mostras de que pelo menos em alguma coisa querem elevar novamente a moral brasileira, colocada abaixo do nível desde que FHC comprou sua reeleição ?
- Legislar por medidas provisórias ? Vai mudar ?
- Sindicatos. Continuarão sendo apêndices do governo e em especial obedecendo “O Chefe”, “Ninefinger”, ou passarão à representar os interesses dos trabalhadores ?
- VANDAlismo ? Continuarão enfiando a cabeça na areia, se se tratarem de organizações criminosas, mas que fazem parte da base enlameada ?
- Aposentadoria. Já fazem 11 anos que estão “garfeando” os aposentados. Passarão os 4 anos no Poder fazendo de conta que o problema não existe ?
- Manterão ativo o DIP, Departamento de Imprensa e Propaganda, que tão bem serviu ao PT e penduricalhos, gastando dinheiro como se a fonte fosse inesgotável ?
- Esse “S” do PSB quer dizer o que ? Vamos ser encaminhados novamente para a socialização da economia, empresas estatais, ou é só para “inglês ver” e iludir eleitores ?
- Vão enfrentar a burocracia estatal, o maior câncer da economia brasileira, ou continuaremos nadando contra a maré ?

E os trabalhadores ? Continuarão sendo tratados como os bobos da Corte, onde tudo se faz em nome deles, mas pouco para eles ?

Essa dupla terá chances de ganhar a eleição se encarar desde a campanha os problemas colocados acima, e são apenas alguns; caso contrário a chave do cofre permanecerá na mão do Lullo-petismo até a morte do rei Luiz 51.


Capitalismo Social.  Projeto completo: agosto 2012.



sábado, 12 de outubro de 2013

Mais uma governança Lulla/Dilma

O que a dupla poderá prometer, que já não tenham prometido e não realizado ?
Desde o primeiro governo Lulla até este terceiro, em andamento, para quem analisa números, estatísticas, entre a promessa e a realização vai uma distância quilométrica.

Para executar o que seria apenas obrigação, nada mais do que obrigação de governo eleito para isso, o mais atuante dos tantos Ministérios paridos, o de propaganda, criou uma marca para as futuras realizações: PAC – Programa de Aceleração do Crescimento.
As estatísticas nos comprovam - desmentindo a enormidade de propaganda oficial - que praticamente todas obras prometidas emPACaram ou se arrastam por falta de verbas.

No caso de um quarto mandato para a dupla Lulla/Dilma, ou até, quem sabe, Lulla na cabeça de chapa só para garantir a vitória, o que será que vão prometer de tão espetaculoso que consiga novamente enganar boa parte da população mais esclarecida ? Digo mais esclarecida, pois os bolsa-família votam na dupla independente do que prometam e deixem de fazer.

É oportuno lembrar, para justificar o parágrafo acima, de que o ex-Presidente FHC gastou em publicidade com verbas federais no último ano do seu mandato, 2002, 250 milhões de reais, ano em que mais gastou.
O Presidente Luiz Inácio, só em 2008, repito, só em 2008, gastou a “bagatela” de 5,2 bilhões. Para se ter uma idéia do que isso representa, nesse ano foi distribuído em bolsa-familia 11,5 bilhões, ou seja, para cada 2 reais distribuídos para os necessitados, ele TORROU em auto-promoção, 1 real. Com isso ele elegeu sua filha adotiva Dilma para ocupar o trono por ele pelos próximos 4 anos.

E agora, o que a dupla vai prometer para se eleger em 2014, o que seria o seu quarto mandato ?

Vejam, esta semana a Senadora Kátia Abreu, uma das gratas revelações na Casa da Mãe Joana, essa “desnecessidade” conhecida por Senado, trocou o PSD do Kassab pelo PMDB. Creio que de vergonha pela fria que entrou ao abandonar suas raízes, PFL/DEM, pelo partido de aluguel que o Kassab, da turma do quibe de SP, fundou.

Nada disso seria necessário se não houvessem partidos políticos. Essa senhora poderia estar empregando seus conhecimentos sobre este importante item dos negócios, agro-pecuária, em prol de bons projetos,  independente de ideologias, que aliás só servem para atrapalhar e emperrar o bom desenvolvimento do país. É sempre oportuno lembrar, que a esquerda enquanto oposição, leia-se PT, era contra TUDO que era proposto e que não partisse dos seus “teóricos”, ou hoje, do seu equivalente ao tal de Foro de São Paulo.

Partidos Políticos.
É um sofisma a afirmação de que sem partidos políticos não pode haver democracia. A má performance dos ditos partidos, redundante, é a principal causa para que não se modifiquem e se adéqüem as Leis à sua época.
Separar as pessoas por ideologia, insistindo com as idéias de Marx, que tiveram na Rússia e na China todas oportunidades de comprovar na prática sua teoria, e falharam, é persistir num erro que só se compreende em pessoas para quem faltam idéias e conseqüentemente projetos.

Salvo algum fato novo, o lullismo, pois petismo sem Lulla não mais existe, permanecerá mais 4 anos com a chave do cofre na mão, distribuindo benesses para os sindicatos pelegos e base enlameada para se manter, enquanto entrega o resto do país para as organizações transnacionais, agora encarregadas de fazer o que a gangue, incapaz de ter alguma idéia de proveito, não fez em 12 anos.

SE aceitassem discutir o projeto Capitalismo Social, veriam que existe SIM outras opções para que não se precise entregar mais uma fatia do Brasil às empresas de fora.
Mas eles preferem continuar desfilando sua ignorância junto aos analfabetos do bolsa-familia – mantê-los é estratégia - e com isso permanecer no Poder. No mais, é sabido que basta repetir uma mentira tantas vezes quanto necessário para que acabe incutida na mente da maioria, que jamais vai conferir os fatos. Para esses, publicidade na mídia é fato.


Capitalismo Social.  Projeto completo: agosto 2012.