domingo, 29 de maio de 2016

"Invisíveis", painéis solares na água viram opção para produzir energia

Erica Goode



Uma área de painéis solares azuis se estende por uma parte do reservatório da barragem Yamakura, província de Chiba, no Japão.
Em dois anos, se a construção seguir como planejado, 50.904 painéis vão flutuar sobre o reservatório gerando estimados 16.170 megawatts hora anualmente, eletricidade suficiente para abastecer quase cinco mil casas, segundo a Kyocera, empresa que está construindo a usina solar.

Quando completado, o projeto será a maior instalação do gênero no mundo, e os dispositivos solares flutuantes estão se tornando mais populares, com instalações já operando na Austrália e nos Estados Unidos, e outras mais planejadas ou em construção.

O interesse crescente é movido em parte pelo aumento enorme no mercado solar nos últimos anos enquanto o custo da tecnologia caiu rapidamente.

Dispositivos solares flutuantes -- muitas vezes chamados de "floatovoltaics", nome registrado por uma empresa -- também têm vantagens sobre os painéis solares em terra, afirmam seus defensores. Alugar ou comprar terra é mais caro, e existem menos regras para estruturas construídas em reservatórios, lagos para tratamento de água e outros corpos de água não usados para recreação. Ao contrário da maioria das usinas solares terrestres, os dispositivos flutuantes também podem ser ocultos do público, motivo que levou a empresa sem fins lucrativos Sonoma Clean Power a procurar a tecnologia.

"O condado de Sonoma tem alguns dos morros mais lindos, e as pessoas não os querem ver recobertos de painéis solares", diz Rebecca Simonson, analista de energia do desenvolvedor de energia renovável, que fechou acordos de compra para painéis solares flutuantes serem construídos em seis lagos de água tratada no condado. Segundo ela, os painéis solares não seriam visíveis da estrada.

Os dispositivos flutuantes têm outras vantagens. Eles ajudam a impedir a evaporação da água, tornando a tecnologia atraente em áreas assoladas pela seca e restringem o crescimento de algas. E eles são mais eficientes do que os painéis terrestres porque a água os resfria.

"A eficácia foi o que nos motivou a examinar isto", afirma Rajesh Nellore, diretor executivo da Infratech Industries, que completou a primeira parte de uma usina solar flutuante em Jamestown, Austrália, que terminará cobrindo cinco bacias de tratamento de água. Após entrar em operação no ano passado, a instalação foi construída de tal forma que gere até 57 por cento de energia a mais do que uma usina solar instalada em telhado -- espera-se que quando pronta gere 20 por cento a mais de energia do que uma instalada em terra.

Os painéis recebem uma cobertura especial para impedir a corrosão, e são instalados em um sistema de rastreamento que acompanha os movimentos para maximizar a luz solar durante o dia. A empresa está trabalhando num projeto similar em Holtville, cidade pequena no sul californiano, que há anos sofre com a seca.

Nellore observa que cada projeto solar flutuante tem seus próprios desafios de engenharia. Por exemplo, os painéis solares podem enfrentar ventos mais fortes do que os em terra. De acordo com ele, no entanto, o maior obstáculo que enfrentou foi convencer as agências hídricas do governo de que a tecnologia flutuante atendia a seus interesses.

"A questão está limitada aos incentivos existentes e ao que o governo deseja", diz Nellore. Ele comentou que em Los Angeles, o Departamento de Água cobriu um reservatório com o equivalente a US$ 34,5 milhões de bolas pretas plásticas para reduzir a evaporação; os painéis solares flutuantes poderiam ter servido ao mesmo propósito e ainda gerado energia.

A Kyocera, por sua vez, recorreu aos painéis flutuantes porque a energia solar se tornou tão popular no Japão que é difícil encontrar grandes áreas de terra para a montagem de painéis típicos, explica a porta-voz, Natsuki Doi. Segundo ela, o tempo de construção e o trabalho para montar um dispositivo flutuante foram muito menores do que uma instalação em terra firme.

A vinícola Far Niente, em Oakville, Califórnia, foi uma das pioneiras dos painéis solares flutuantes, colocando 994 em plataformas sobre um lago para irrigação em 2008. Greg Allen, vinicultor da Far Niente que é engenheiro mecânico por formação, conta que a empresa estava interessada em energia solar e desejava eliminar cem por cento de seus custos energéticos.

Descontos da empresa fornecedora de energia e créditos fiscais ajudaram a financiar parte dos US$ 4,2 milhões para a construção do dispositivo flutuante, que levou dois anos e meio para ser projetado e construído, e mais 1.302 painéis solares foram colocados em terra. Espera-se que o sistema pague o investimento até 2020, diz Allen.

Os painéis solares de 90 centímetros por 150 centímetros no lago são montados sobre plataformas flutuantes plásticas preenchidas com espuma, feitas com canos de água.
"Estávamos nervosos com muitas coisas quando começamos o projeto", conta Allen. Colocar os painéis na água economizou espaço na vinícola, e o sistema de flutuação, em conjunto com os painéis em terra, geram até 477 quilowatts de eletricidade no pico da produção.

Pelo menos mais uma vinícola seguiu o exemplo, e Allen diz que a Far Niente recebeu visitantes da Índia, China, Cingapura e de Novas Gales do Sul, Austrália, que estão interessados na tecnologia.

Os moradores do lago parecem tranquilos, acrescenta.
"Os peixes estão contentes, as rãs estão contentes, os patos voltaram. É um lago muito saudável."

noticias.uol.com.br/


Cientistas de Stanford observam ‘Homem que Viaja Fora do Corpo’ até o Espaço Sideral

TôNoCosmos

Cientistas de Stanford alegaram recentemente que observaram uma “viagem fora do corpo” de um homem para o espaço.


Ele foi capaz de visualizar com precisão e descrever um anel em torno de Júpiter, um anel que os cientistas não tinham ideia que existia até que a sonda Pioneer passar por Júpiter, diz o site Cosmic Scientist.

Alguma vez você já ouviu falar sobre um conceito chamado de visão remota? É um conceito que tem sido definida de várias formas nos últimos anos. Alguns podem se referir a ele como a capacidade de algumas pessoas para descrever locais remotos geograficamente,  localizadas até várias centenas de quilômetros de distância de seu local físico original.

Embora o conceito tenha sido comprovado, a comunidade científica dominante não entende como alcançar tal feito. Há várias décadas atrás nave espacial Pioneer 10 da NASA foi lançada para o espaço, e, pela primeira vez, a humanidade foi capaz de testemunhar a primeira nave espacial feita pelo homem voar diretamente através do cinturão de asteroides e viajar para o maior planeta do nosso sistema solar, Júpiter.

Curiosamente, antes que isso acontecesse, a Agência Central de Inteligência e da Agência de Segurança Nacional, em conjunto com a Universidade de Stanford,  estavam envolvidos em um projeto conhecido como “Visualização Remota”. Este é o lugar onde a história fica extremamente interessante. Segundo os pesquisadores, um dos principais participantes da pesquisa nunca antes visto, era um homem chamado Ingo Swann, que foi capaz de visualizar com precisão e descrever um anel em torno de Júpiter, um anel que os cientistas não tinham idéia que existia. A coisa fascinante sobre o caso é que ele indicou o lugar certo antes do voo rasante da sonda Pioneer 10 identificar os anéis ao redor do gigante de gás.

A descoberta e os resultados da visão remota em Júpiter foram publicados pela Universidade de Stanford , antes da descoberta dos anéis. 

O experimento Júpiter não era para ser oficial. Foi embrulhado em protocolos muito rigorosos. Mas os dados brutos de visualização remota teve que ser gravado de alguma forma para que pudesse ser estabelecido que existia antes de que os veículos da NASA chegassem ao planeta. 

Harold Puthoff Ph.D. pela Universidade de Stanford e os principais cientistas do Instituto de Pesquisa de Stanford, que fizeram parte do Programa Stargate afirmou em um artigo publicado na Exploração Revista Científica: “Para determinar se era necessário ter um indivíduo” farol “no local de destino, Swann sugeriu a realização de um experimento para ver remotamente o planeta Júpiter antes da próxima sonda da NASA, a Pioneer 10 chegasse lá.  Nossos colegas na astronomia ficaram bastante impressionados quando o sobrevoo revelou que um anel inesperado de fato existia”. Harold Puthoff, Ph.D., da Universidade de Stanford acrescentou: “Replicação bem sucedida desse tipo de visão remota em laboratórios independentes apresentou uma evidência científica considerável para a realidade do fenômeno.

Dando uma olhada no livro de Ingo Swann, ele descreve os muitos fenômenos que não foram documentados na literatura citada, nos vários estudos publicados após o projeto de sucesso da visão remota .
“Eu achei torres, máquinas, luzes, edifícios, humanóides ocupados no trabalho em algo que eu não conseguia descobrir (na parte de trás da lua)“. 

O fato de que este projeto foi documentado por diversos pesquisadores e agências governamentais nos faz imaginar o que mais está lá fora?
Quantos mais pesquisas similares estão sendo conduzidas enquanto você lia isso?
É notável a pensar sobre as capacidades potenciais humanas, mas é frustrante para pensar sobre a riqueza de informações que está sendo mantida secreta da sociedade.